Uma quarta feira do mês de maio.
Mauro:- Você está feliz hoje?
Eu:- Estou.
Mauro:- Parece animada... Não está preocupada?
Eu:- Não.
Mauro:- Tem certeza? Não estou dizendo que deveria estar se sentindo assim, mas seria normal se isso acontecesse. Apenas estranhei.
Eu:- Certeza absoluta. Andei muito preocupada. De verdade. Mas do que adianta ficar assim? O que realmente deve acontecer é que eu me esforce para chegar aos meus objetivos. E se eu não conseguir... Tento outra vez.
-
Parece ser muito peso sob minhas costas saber que meu futuro está apenas nas minhas mãos, mas acabei acostumando. Na verdade, tive duas opções: me acostumar ou me acostumar. Foi uma decisão difícil, mas escolhi em me acostumar. Me acostumar a andar sozinha. Sem ajuda. E construir meu próprio chão para que eu não possa, um dia, dar um passo e me estabanar. Primeiro construo, depois caminho sob minha pequena montagem. E aos poucos ando.
Espero um dia olhar para trás e ver como cheguei longe.
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quarta-feira, 26 de maio de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
Só gração.
Mãe: - Alô? Gostaria de falar com Guilherme, ele está?
Homem: - Desculpe, não tem nenhum Guilherme aqui.
Mãe: - E Gracinha?
Homem: - Gracinha não, só gração.
Mãe: - Ah tá, obrigada. Sem gração.
Agora, explicando melhor...
Minha mãe fez um telefonema, ela estava querendo falar com seu cunhado, mas o número era errado, então foi engano, decerto.
Gracinha é o apelido da sogra dela. E o cara desconhecido que atendeu o telefone fez uma piadinha.
Eu caí na gargalhada quando ouvi a resposta da minha mãe.
É cada uma que acontece...
Homem: - Desculpe, não tem nenhum Guilherme aqui.
Mãe: - E Gracinha?
Homem: - Gracinha não, só gração.
Mãe: - Ah tá, obrigada. Sem gração.
Agora, explicando melhor...
Minha mãe fez um telefonema, ela estava querendo falar com seu cunhado, mas o número era errado, então foi engano, decerto.
Gracinha é o apelido da sogra dela. E o cara desconhecido que atendeu o telefone fez uma piadinha.
Eu caí na gargalhada quando ouvi a resposta da minha mãe.
É cada uma que acontece...
sábado, 16 de janeiro de 2010
Frase única, frase diferente.
6 de dezembro de 2009.
Eu não fiz parte de diálogo, mas estava presente.
Rosane disse: - "Vambora" mãe, tenho que trabalhar amanhã e você fica enrolando. Chega de comida por hoje. Tá parecendo até uma máquina de comer, eu hein.
Mãe de Rosane disse: - Calma garota! Tô comendo a joaninha! Vai ter que esperar que acabar. Ah, que absurdo, posso nem comer em paz.
Não fiquem boiando, vou explicar melhor...
Era aniversário de uma prima minha bebêzinha. Fizemos uma festa para ela.
Tudo correu bem. Digamos que um pouco normal até.
Depois de cantar "Parabéns" de partir o bolo, as pessoas começaram a ir embora.
Minha tia estava terminando de comer um delícioso docinho de festa até que sua filha, Rosane, a apressou:
Rosane disse- "Vambora" mãe -deu uma leve olhada para o relógio e bufou alto-, tenho que trabalhar amanhã e você fica enrolando. Chega de comida por hoje. Tá parecendo até uma máquina de comer, eu hein -olhando para a mãe, balançando a cabeça negativamente.
Mãe de Rosane disse: - Calma garota! Tô comendo a joaninha! (O docinho tinha formato de joaninha) Vai ter que esperar que acabar. Ah, que absurdo, posso nem comer em paz.
E logo, deu a última mordida no docinho.
Onde eu estava? Bem, morrendo de rir. E logo comentei em voz alta:
- "Tô comendo a joaninha" -rindo-. Nunca pensei que um dia ouviria isso em minha vida.
Eu não fiz parte de diálogo, mas estava presente.
Rosane disse: - "Vambora" mãe, tenho que trabalhar amanhã e você fica enrolando. Chega de comida por hoje. Tá parecendo até uma máquina de comer, eu hein.
Mãe de Rosane disse: - Calma garota! Tô comendo a joaninha! Vai ter que esperar que acabar. Ah, que absurdo, posso nem comer em paz.
Não fiquem boiando, vou explicar melhor...
Era aniversário de uma prima minha bebêzinha. Fizemos uma festa para ela.
Tudo correu bem. Digamos que um pouco normal até.
Depois de cantar "Parabéns" de partir o bolo, as pessoas começaram a ir embora.
Minha tia estava terminando de comer um delícioso docinho de festa até que sua filha, Rosane, a apressou:
Rosane disse- "Vambora" mãe -deu uma leve olhada para o relógio e bufou alto-, tenho que trabalhar amanhã e você fica enrolando. Chega de comida por hoje. Tá parecendo até uma máquina de comer, eu hein -olhando para a mãe, balançando a cabeça negativamente.
Mãe de Rosane disse: - Calma garota! Tô comendo a joaninha! (O docinho tinha formato de joaninha) Vai ter que esperar que acabar. Ah, que absurdo, posso nem comer em paz.
E logo, deu a última mordida no docinho.
Onde eu estava? Bem, morrendo de rir. E logo comentei em voz alta:
- "Tô comendo a joaninha" -rindo-. Nunca pensei que um dia ouviria isso em minha vida.
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